25 de jul de 2008

Rockz: Quem não conhece, precisa conhecer.


Quando o rock é bom, não é preciso muita coisa para a banda se destacar. É o caso da Banda Rockz, que não dispensa uma boa combinação de estilo com o bom e velho rock.A banda carioca Rockz é a criação de dois jovens veteranos dos subterrâneos cariocas, o baterista Pedro Garcia e o guitarrista Nobru Pederneiraz, que botaram o pé na estrada no começo dos anos 90 com a banda de skate-punk Cabeça. O tempo os fez ver que, nessa de rock, o refinamento vem com o despojamento. E assim foi feito.

Confira uma entrevista exclusiva feita com o guitarrista Nobru Pederneiraz, sobre a Rockz:

De quem foi a idéia do nome da banda Rockz? Quem são os rockz?
O nome veio da pergunta: "e ai bicho, vamos fazer uns rocks..."O ROCKZ é Gabriel Muzak (guitarra/voz), Daniel Martins (baixo/teclado), Pedro Garcia (bateria) e Bruno Pederneiras (guitarra).

O que a banda rockz tem feio pra se destacar na cena independente?
Acredito que fazemos basicamente o que todas as bandas fazem, com a internet e tal. O que diferencia uma das outras é o som mesmo, a qualidade da gravação, o show...e tambem somos muito bonitos e simpaticos.

Qual foi o melhor show da vida de vcs?
Ainda não fizemos. Estamos planejando.

Já fizeram turne em outras regiões?
Ja tocamos no Rio, São Paulo, Goiania, Curitiba, BH, POA... rola mais aqui no Rio e São Paulo.

Já ouviram falar do Festival Casarão que acontece na capital de Rondônia, onde esse ano tocaram várias bandas conhecidas como Do Amor, Macaco Bong, DeadFish, Cachorro Grande e Pitty?
Já, claro. Estamos sempre acompanhando as escalações dos festivais. Nos tocamos no Bananada e no Humaita pra Peixe. Mas e ae, é um convite?

Quais são os planos da Banda pra esse segundo semestre?
Agora que a banda esta de formação nova, estamos correndo pra atualizar o material. Lançar o segundo disco da banda e divulgar ao maximo. Ja temos algumas prontas no
www.myspace.com/rockz1 , depois é fazer o cd fisico e levar pra estrada.

abração a todos do Blog, Bruno.


Foto: Arquivo Rockz

21 de jul de 2008

Pessoas invisíveis: o rock da bahia


A banda Pessoas Invisíveis, formada em 2006, é uma banda de rock da Bahia. O EP de estréia da banda, com a produção de Jera Cravo - que teve a arte produzida pelo designer Edson Rosa, responsável também pela arte do disco "Anacrônico", de Pitty – rendeu um clipe para a música "Começo do Fim", com direção de Gustavo Seabra, e que está disponível no site Youtube.

O grupo já vem rodando pelos palcos de Salvador, tocando com os principais nomes da cena rock soteropolitana. A banda conta como integrantes que trabalha/trabalharam com vários músicos e conjuntos que devem estar presente de algum modo no "sounds Like" da banda como: Bruno Carvalho (voz e guitarra – The Honkers / Vendo 147 / Nicest / Ladyllama / Partido Alto / Fontaka), André Freitas (guitarra – Vinil 69 / Aguarraz / Sentinela 12 / Coubel / Versette), Bernardo Moscovits (baixo – Sentinela 12 / Brazuca / Estreita) e Voltz (bateria- Brinde).

Confira um pouco mais sobre a Banda em uma entrevista exclusiva com o baixista, Bernardo Moscovits:


De onde surgiu a idéia do nome " Pessoas Invisíveis"?
A idéia do nome da banda foi de Bruno (vocal/guitarra). Ele se inspirou numa peça de teatro, do Rio Grande do Sul, que tinha esse mesmo nome. E por mero acaso, isso virou um estigma forte no começo da banda, pelo fato de ter começado apenas com Bruno, que inclusive gravou o EP sozinho, apenas com a ajuda de nosso amigo e produtor Jera Cravo, que gravou as baterias. Daí, a imprensa resolveu chamar a Pessoas Invisíveis de "a banda de um homem só". Mas, depois disso a banda virou uma banda de verdade, com membros fixos, e essa definição não durou muito.

Qual o diferencial da banda?
Bom...Acho que o nosso diferencial é o fato de fazermos um som diferente do que tá rolando atualmente. Se você ouvir nosso disco, pode perceber diversas sonoridades misturadas, e isso aconteceu de forma bastante natural. Nossas músicas soam diferentes umas das outras. Rock´n roll, balada, músicas pesadas. Os solos de guitarra estão presentes nas nossas músicas, apesar de que hoje em dia poucas bandas ainda os fazem.Enfim....Hoje em dia eu sinto falta disso nas bandas. Percebo que muitas bandas atuais são facilmente rotuláveis e as músicas soam muito iguais.

Por onde a banda já se apresentou?
A banda já se apresentou praticamente em todas as "casas de rock" em Salvador: Calypso, Zauber, Boomerangue, Icba etc . Além disso, em 2006 vencemos o concurso do Trama Universitário, e fizemos um show no Rio de Janeiro, mais precisamente no Vivo Rio, onde abrimos o show da Maria Rita. Participamos de outros festivais, que foram o "Nada Pode Parar o Rock", em Aracaju e o "Boom Bahia", em Salvador.

Quais são as influências da banda?
As influências da gente são diversas, até pelo fato de cada um na banda ter uma peculiaridade musical. Creio que, tratando-se de bandas, a gente gosta bastante de: Led Zeppelin, Foo Fighters, Queens of The Stone Age, Pixies, Black Crowes, Los Hermanos, dentre outros.

Quais os planos para esse segundo semestre da banda PI?
Estamos com o nosso primeiro disco no forno (sucessor do primeiro EP da banda). O disco já está pronto e conta com 13 faixas, com participações de grandes amigos nossos: Martin Mendonça (Pitty), Ronei Jorge (Ronei Jorge e Os Ladrões de Bicicleta), Jera Cravo (Lou), Felipe Brust (The Honkers) e Nilma Cris.
Estamos esperando o resultado de um edital de cultura, para enfim lançarmos o disco, que deve sair em formato SMD. Caso não role dessa forma, nós mesmo arcaremos com os custos, para lançar o disco. Enquanto o disco não sai, vocês podem ouvir 6 músicas novas no nosso myspace: http://www.myspace.com/opessoasinvisiveis
Além dessas 6 músicas, disponibilizamos mais outra, inédita no: http://www.tramavirtual.com.br/pessoas_invisiveis
No dia 25/07, estaremos lançando o primeiro clipe desse disco, que será da música "Pra sempre", e estará disponível no youtube e no nosso myspace.
A intenção é de divulgar o disco e o clipe nacionalmente e fazer mais shows fora do nosso estado.

18 de jul de 2008

Banda Estróina: O rock da Expojipa


Bom, querer ouvir rock em plena Festa de Rodeio é locura da minha cabeça. Foi o que eu ouvi nos bastidores da Expojipa. Mais sempre rola alguma banda de rock pros roqueirinhos em meio a muita música sertaneja, cheiro de cavalo e o inexplicável créu na barraca do capeta.
Eu sei que eu deveria ter tirado uma foto daquela cena, centenas de seres com anteninhas de capeta (é isso mesmo, estavam vendendo arquinhos com chifres que piscavam), mais eu não tive coragem de passar devagar perto daquelas pessoas dançando créu enlouquecidas em volta das barracas de Capeta. ( Será que os chifrinhos foram propositais?)
Bom, mais rolou uma banda de rock sim que por sinal da capital Porto Velho, que eu ainda não conhecia. Banda Estróina. Como eu estava trabalhando no evento, eu não acompanhei o show todo, mais vi umas duas músicas próprias e um cover do Capital Inicial. A banda que tem um vocalista que deve ser da época do Nazi (Ira!), não me leve a mal a comparação, mais deu pra perceber que a banda tem influencias do rock mais antigo (ainda bem).
Recebi algumas matérias de que a Banda Estróina se escreveu para o Grammy Latino, e recebi também uma matéria do Luiz Carlos que diz assim:
- O vocalista Helder Guimarães elogiou a festa e destacou a animação dos jovens. Segundo ele, nem todos os jovens estão bitolados, ouvindo músicas sem sentido e com letras sofríveis. “Ainda há quem curta um bom rock in roll”, contenta-se.
* Como que os jovens não estão abitolados e não ouvem músicas sem sentido si bem próximo ao palco centenas de pessoas ouvia e dançava como si tivessem sido possuídas um funk nervoso, com letras sofrííveis né Helder. Mais, ainda bem que tem gente que não é "bitolada", eu por exemplo. risos
Mais então, achei bacana a banda Estróina, não sei si eu gostei pq meus ouvidos já não aguentavam mais ouvir músicas sertanejas ou porque os caras são realmente bons, mais naquele momento era o que a gente precisava pra distrair um pouco, O velho rock and roll.
Me deu saudade também da Maria Melamanda, que também era de PVH e eu confesso que eu gostava muito deles (tenho até um cdzinho que rola no meu carro de vez enquando.) Então, desejo boa sorte a Banda Estróina e que si eles não ganharem o Grammy Latino, que não se preocupem pq eles limparam um pouco os nossos ouvidos durante a Expojipa.

17 de jul de 2008

Cansei de Ser Sexy lança novo cd


O Segundo disco do quinteto brasileiro pode ser baixado por download gratuito e legal. A banda brasileira terá prévia em streaming de seu segundo trabalho em sua página no MySpace e permitirá que ele seja baixado no Álbum Virtual, da gravadora Trama, a partir do próximo dia 25.
No mesmo dia, o trabalho chega às lojas brasileiras. Em outros países, a SubPop/Warner é a responsável pelo lançamento. De acordo com a Trama, o download poderá ser feito em qualquer lugar no mundo (seria possível restringir o acesso de acordo com a identificação da localização do computador).
"Donkey" é o primeiro disco feito sem a participação da baixista Ira Trevisan que anunciou sua saída para se dedicar a projetos pessoais. O disco do Cansei de Ser Sexy foi produzido no Brasil por Adriano Cintra e mixado em Los Angeles por Mark 'Spike' Stent, conhecido por já ter trabalhado com Madonna, Bjork e U2, entre outros.
Sem referências à cultura pop como no disco de estréia e declaradamente inspirado em rock dos anos 90, "Donkey" vem dividindo a opinião entre fãs e a imprensa - principalmente a britânica.
Atualmente o Cansei de Ser Sexy - que usa agora CSS de forma oficial - está em turnê pela Europa. Ainda vai passar por Estados Unidos e Japão nas próximas semanas. ( só falta voltar as raizes e vir fazer um showzinho aqui no Brasil né?)

15 de jul de 2008

A dor da Sobrevivência

Menino, homem, herói... Como saber classificar um garoto de 16 anos que se salva de uma tragédia e ainda tem a coragem de enfrentar a dor, o medo, o perigo e o inferno de um ônibus em chamas para tentar ajudar a seus semelhantes. Esta é a história do jovem Lerói Ramos Grumble, de apenas 16 anos, que saiu de Porto Velho e fazia parte do grupo CJS RO (Coletivo Jovem pela Sustentabilidade de Rondônia) que vinha para uma conferência na cidade de Ouro Preto do Oeste.
Lerói foi uma das vítimas do trágico acidente entre um ônibus da empresa Gama Transportes, de Porto Velho, e uma carreta de transporte de combustível ocorrido na sexta-feira (11 de julho de 2008), nas proximidades do município de Ouro Preto do Oeste, e que tirou a vida de vinte e uma pessoas, provocando muita dor, angústia e sofrimento nos parentes das vitimas e nos sobreviventes da tragédia.
O ônibus levava vários grupos de jovens para participar de uma conferência sobre o meio ambiente denominada “Rede Cidadã Ambiental” e saiu de Porto Velho por volta da meia-noite, sendo que, segundo Lerói, parou apenas duas vezes antes do acidente. “A primeira foi para pegar uma menina em Candeias e a segunda vez foi em um posto minutos antes do acidente, onde todos vimos que o motorista estava com muito sono. Ele parou, tomou café, deu alguns pulos para espantar o sono, mas, mesmo sabendo que não tínhamos nenhuma pressa, decidiu que era melhor seguir viagem”, lembra.

O ACIDENTE – “Na hora do acidente acredito que devíamos estar todo mundo dormindo, tanto é que nem sequer cheguei a ouvir o barulho da batida. Provavelmente desmaiei, pois bati com a cabeça muito forte, e só acordei com uma colega me chacoalhando e quando percebi, vi que estava totalmente ensangüentado. Quando me dei conta do que estava acontecendo, o ônibus já havia batido e a parte frontal tinha entrado toda para dentro. No desespero, vi que precisávamos sair daquele ônibus antes que ele explodisse”, relata ainda muito emocionado e comovido.
“No desespero, queríamos sair correndo. Mas não tinha como. A gente tinha que pular por cima das cadeiras, já que todas estavam fora do lugar por causa do impacto da batida... Ainda tentei acordar um amigo meu, que dormia no banco ao meu lado, mas ele não respondeu... Acho que provavelmente já tinha falecido, achei que ele estava inconsciente, pois havia batido a cabeça”, conta o menino.
“Alguém me agarrou e me puxava para fora, mas aí lembrei que no banco ao lado ainda havia um bebê, e consegui ver ele dentro de uma cesta, chorando muito. Tentei chegar até lá e salvar o bebê, mas quando cheguei perto às chamas já tinham atingido o local e as perninhas dele já estavam pegando fogo. O ônibus já tinha sido tomado pelo fogo, e ali eu decidi que era preciso tentar ajudar salvar as pessoas que eu podia ter certeza que ainda estavam vivas, já que, por causa do óleo diesel, o fogo se alastrava forte e muito rapidamente”, narra Lerói sem esconder a tristeza.
“Consegui sair por uma fresta da porta que estava toda amassada, e quando saí do ônibus, a cadeira que eu estava sentado pegou fogo em questão de segundos. Aí vi também que havia pessoas pegando fogo e que ainda pulavam da janela. A gente correu para ajudá-las, pois tínhamos que arrastar todas elas antes que o ônibus explodisse. Gente queimada, com fraturas expostas, mas tínhamos que puxá-las de qualquer forma. Foi quando aconteceu a primeira explosão do ônibus, que chegou a se levantar do chão, e o fogo cobriu tudo em volta”, conta, enfatizando que o local estava muito escuro e que só era possível enxergar alguma coisa por causa das labaredas de fogo. “As pessoas estavam muito machucadas e choravam desesperadas. Tentei manter a calma para poder ajudar, mas aí senti o meu pescoço muito dolorido, e por causa desta dor, que me fez encolher, vi que também havia machucado a perna, foi quando percebi que minha calça havia pegado fogo, queimando um pouco de minhas nádegas. Exausto e com muita dor, entendi que não podíamos fazer mais nada, enquanto todo mundo chorava de dor e desespero, ficamos deitados na beira do asfalto esperando algum tipo de ajuda”, recorda Lerói, que chora quando lembra de que ficou vendo o fogo destruir o ônibus e queimar os corpos de seus amigos que não tinha conseguido escapar como ele.

O SOCORRO - Lerói conta ainda que, aos poucos, os moradores vizinhos, bem como carros que passavam e ainda um caminhoneiro que passou pelo local do acidente, interditaram a BR-364 para que outros veículos ajudassem a socorrer as vítimas da tragédia, até a hora em que os bombeiros e a Polícia Rodoviária chegaram ao local. “A primeira coisa que fiz foi pedir aos bombeiros para que socorressem as pessoas mais machucadas em primeiro lugar, principalmente aquelas que tinham queimaduras mais graves. Apesar do susto e da dor, eu tinha certeza que estava bem, e só pensava em como eu tinha conseguido sair vivo de dentro daquele ônibus”.
Com o socorro chegando, as vítimas foram encaminhadas ao hospital municipal de Ouro Preto, onde foram informadas que não havia estrutura suficiente para socorrer a todos, sendo que sete vítimas tiveram de ser encaminhadas para o hospital municipal de Ji-Paraná. “Na hora eu pensei que era mais importante salvar pessoas como o meu amigo Francisco, que estava todo queimado, e até a coordenadora dos grupos no ônibus, Vânia, que pulou do ônibus na hora do fogaréu e teve fratura exposta nas pernas. Eu podia esperar um pouco mais”, conforma-se.
“Ainda hoje, sofro muito pensando nas pessoas que perderam a vida nesse acidente e nas outras que sofrem por irresponsabilidade do motorista. Eu não consigo esquecer o bebezinho que morreu queimado na minha frente, e que eu não pude fazer nada. È grande a dor de ter de sair e deixado amigos morrerem queimados, sem pode fazer nada. Se eu não tivesse acordado ou se eu tivesse tentado ficar para salvar o bebezinho, que já estava pegando fogo, o ônibus teria explodido e eu também teria morrido. Eu me machuquei, saí queimado, perdi todas as minhas coisas, só salvei meu CPF, meu RG e meu celular, mas apesar de todo o trauma, de toda a dor, ainda tenho de me considerar uma pessoa de sorte: não perdi a vida”, fala Lerói, que confessa ainda que a pior dor que sente, é lembrar que não conseguiu ajudar mais pessoas, e diz que o seu desejo agora é poder reencontrar posteriormente as pessoas que, como ele, também sobreviveram ao acidente.

MISSÃO – A mãe de Lerói, Ana Maria Ramos que estava viajando para Goiânia, onde participava de um congresso, quando aconteceu o acidente com seu filho, abandonou tudo e voltou rapidamente para Rondônia, e disse que, apesar de tudo, está feliz com as atitudes, pois acredita que ele deve ter uma missão muito especial para cumprir. “Ele tem uma missão muito especial aqui na terra. Uma missão de amor, de vida. Deus tem um propósito para cada um de nós, e se ele não pode salvar a todos que estavam dentro do ônibus, pelo menos ajudou fazendo a parte dele. Sobre o futuro de Lerói, ele disse não saber, mas sabia o dela: “eu já ganhei meu presente de natal”, disse a mãe visivelmente emocionada.
* Matéria feita por mim e publicada no Jornal Correio Popular.

Bzão COMPLETA 2 ANOS no Jornal do Brasil

O Personagem criado pelo Jornalista Pedro de Lunna (RJ) foi publicado pela primeira vez em 19 de julho de 2006. Projetos futuros incluem livro, site e mais exposições. A próxima acontecerá ainda este mês.
Ele é topetudo e usa sempre uma camisa preta com a letra B. Tem uma banda de rock, uma gata branca, uma namorada e leva um estilo de vida alternativo. Com pouco dinheiro no bolso e muitas idéias na cabeça o personagem Bzão está fazendo dois anos de vida, desde a primeira tira publicada nas páginas do caderno B do Jornal do Brasil. Mas quantos anos têm o Bzão na vida, digamos, real? "Uns 18, 19, ele acabou de entrar pra faculdade", entrega o quadrinista Pedro de Luna, 33. "Os outros personagens que se relacionam com ele também: sua namorada Bzuda, o primo Bzinho e o amigo Gogó". O personagem Bzão foi criado por ocasião do Dia Mundial do Rock, comemorado sempre em 13 de julho. "O jornalista Mario Marques, editor do caderno B, começaria a escrever a coluna BdeBanda (que também dá nome a um festival anual para bandas independentes) e achava bacana ter uma tirinha ali. Como eu já fazia o Dr. Pop, um cientista maluco em busca da fórmula do sucesso, decidimos criar um que tivesse uma vida alternativa, lado B total", explica Luna. Até agosto de 2007 as tiras do Bzão saíam uma vez por semana na BdeBanda. Até que o editor decidiu acabar com a coluna e promoveu o roqueiro para a seção Tiras, ao lado de Ota, Ciça e André Dahmer, publicando de segunda a sexta. Nesse meio tempo, Pedro chegou a ilustrar três capas pro Caderno B, duas com o personagem topetudo.

EXPOSIÇÕES E FOTOLOG
Além do jornal impresso, as tiras do Bzão são divulgadas pela internet (www.fotolog.com/jornaldorock) e através de exposições, sempre em shows de rock. "Para dar a trilha sonora ambiente adequada", frisa Pedro de Luna. E assim como o seu criador, a criatura já tem várias milhas na bagagem. A exposição já esteve em festivais de rock no Acre, em Rondônia e Cuiabá. No Rio, o Bzão marcou presença em festivais como Grito Rock, Araribóia Rock e Laboratório Pop, além da Mola (Mostra Livre de Artes) no Circo Voador. Sempre com grande sucesso e identificação do público.
De fato, não são apenas músicos e pessoas ligadas à música que se vêem nas tirinhas. "Algumas tiras fizeram grande sucesso e rodaram pela internet, com as pessoas enviando por e-mail para os amigos", conta Luna. "Este ano, por exemplo, fiz uma sobre a figura do Produtor Cultural que fez grande sucesso". O quadrinista procura variar o tema, passando por futebol, política, carros e tecnologia, sempre buscando críticas construtivas. "No mês passado saiu uma tira onde o Bzão falava que computador faz tudo e a empregada ficava enciumada, a ponto de perguntar se a máquina fazia um feijão tão bom quanto o dela. Esses conflitos do mundo moderno são colocados através do humor".

A próxima exposição acontecerá a partir do dia 22 de julho (terça) na UFF, durante o 29o Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social (http://enecom2008.com/). Ainda este ano Pedro pretende criar um site na internet e publicar um livro com as 100 melhores tirinhas. "Haverá também histórias maiores e o encontro do Bzão com o Dr. Pop. No momento eu estou procurando uma editora interessada nesta parceria".

Fonte: Pedro de Luna bzaobzao@gmail.com
Fotos: Alamaryjanne

8 de jul de 2008

Já ouviu falar do do Glastonbury?


Não é nome da banda nem de cometa. O Glastonbury, acontece na Inglaterra, no último final de semana do mês de junho, é conhecido como Festival de Glastonbury (Glastonbury Festival ou Glasto em inglês) é o maior festival de música a céu aberto do mundo. Conhecido principalmente por suas apresentações musicais, também possui atrações de dança, humor, teatro, circo, cabaré e outras formas de arte. Em 2005 a área do festival cobria cerca de 3,6km², teve por volta de 385 apresentações ao vivo e público de aproximadamente 150.000 pessoas.Criado por Michael Eavis, como muitos dos festivais criados no mesmo período, Glastonbury foi influenciado pela cultura hippie e especialmente pelo Festival da ilha de Wight. Eavis declarou que decidiu organizar o primeiro festival, chamado então de Pilton Festival, após assistir a uma apresentação a céu-aberto do Led Zeppelin em 1970. O festival ainda mantém vestígios desta tradição, incluindo as áreas Green Futures/Healing Fields e a sua reputação pelo consumo de drogas. De acordo com algumas informações do Jornalista Lúcio Ribeiro do blog (http://lucioribeiro.blig.ig.com.br/):



* O Glastonbury é um festival muito lotado, cheio de malucos e muito longe do mundo civilizado. Difícil de encontrar hotel perto, o jeito é armar a barraca no chamado “camping do terror”. Aí vira mais uma questão de se manter vivo do que ver shows. A galera costuma chegar dias antes do festival. Quando a primeira banda toca a primeira nota no primeiro dia do Glastonbury, a área de banheiros, de dormir, de comer do festival já está impraticável para um ser humano. Fora que sempre chove na época e aí... Este ano choveu no dia anterior ao início do festival e um pouco na sexta, o primeiro dia. Fato considerado um milagre. São sempre 140 mil pessoas oficialmente e um número gigante no extra-oficial, que invade o Glasto por várias “fronteiras” ao redor da área imensa que engloba o festival. Dizem que o público chegou fácil aos 170 mil, neste ano. Cerca de 30 mil fãs “pularam a cerca”, é a estimativa. Uns amigos se aventuraram a ir uma vez e optaram por dormir no carro, que ficava estacionado a quilômetros do local dos shows. Ficaram quatro dias sem tomar banho, dormindo poucas horas até o sol bater na cara, comendo hambúrgueres fritos dias atrás.

* Estou super curioso esperando as estatísticas oficiais do Glastonbury 2008. Sei que no primeiro dia, parece, “só” 57 pessoas foram presas por algum tipo de encrenca. Mas este ano, no quesito “polícia”, parece que o festival foi bem. Divulgaram muito o “programa de redução de crimes” no Glastonbury, que sugeria, para quem fosse de carro, não deixar um papel de bala à mostra dentro do veículo. Deixar o porta-luvas aberto, com nada dentro, era uma boa. E um cartaz no lado de dentro do porta-luvas com os dizeres: “Ladrões, não tem nada aqui para levar”. As “regras de sobrevivência” no camping continham instruções do tipo: “à noite, só ande em grupo de no mínimo três”. Ou: “Não venha com superbarracas, dessas de acampar em escaladas do Everest. Traga uma dessas de segunda-mão. É menos confortável, mas aumenta a chance de não ser levada ou saqueada quando você tiver voltado dos shows, à noite”. Mas, fora essas “coisinhas”, o Glastonbury deste ano foi considerado o melhor lugar do mundo para se estar.

Então, agora vc já conhece um pouco do Festival Glastonbury, Ficaadica!

7 de jul de 2008

Conheça a banda nacional que pode tocar no Lollapalooza


Os Flutuantes é uma banda de Porto Alegre que está muito perto de tocar em um dos maiores festivais do planeta, o Lollapalooza (joga no google).
A banda se cadastrou no site oficial do festival no ano passado, e, surpreendentemente, nesse ano foram convidados para participar da disputa entre bandas do mundo inteiro. As etapas foram passando e os Flutuantes foram ficando, hoje, eles estão entre os 20 que estão na semifinal. Detalhe, o quarteto tupiniquim está em primeiro lugar.
A próxima etapa começou hoje e vai até o dia 13 de julho, onde serão selecionadas cinco bandas para tocar ao vivo em uma seletiva em Chicago, Estados Unidos. Depois dessa fase, apenas duas vão ficar para tocar no Lollapalooza.
Até agora, os nomes confirmados para tocar no Lollapalooza são: Radiohead, Rage Against The Machine, Wilco, Kanye West, Bloc Party, Flogging Molly, Cat Power, Black Keys e Nine Inch Nails.

Rafael Ilha é preso por tentativa de sequestro

Ex-cantor do Polegar foi detido na terça em SP sob suspeita de tentativa de seqüestro.Ele também deve responder por formação de quadrilha e usurpação de função pública.

Gente, vocês lembram do Rafael Ilha? Ah ele foi integrante de um daqueles grupos musicais que o Gugu patrocinava, o Polegar ( Música: To peee da vida....). Mais ele não ficou conhecido pelo grupo Polegar não, ele ficou conhecido por usar vários tipos de droga e também pq uma vez ele engoliu umas pilhas. Aí ele conheceu Jesus, casou com uma mulher e montou uma Clínica de Reabilitação para dependentes Químicos.
Pois é, esse mesmo Rafael foi preso em flagrante na noite do dia 01 de julho, por tentativa de seqüestro.
Rafael Ilha acumula passagens pela polícia. Ele foi preso pela primeira vez em setembro de 1998, quando tentava assaltar pessoas num cruzamento para comprar drogas. No ano seguinte, foi detido por dirigir uma moto na contramão. Depois foram duas outras prisões por porte de cocaína. Em 2000, o ex-integrante do grupo polegar passou mal depois de engolir uma caneta, três isqueiros e uma pilha, durante uma crise de abstinência. Em 2005, foi detido em Itapecerica da Serra, em frente à clínica dele, com uma arma calibre 380, com numeração raspada.
Pois é, depois dizer que roqueiro que é tudo doido. o cara virou evangélico, nunca cantou rock e já engoliu uma caneta, três isqueiros e uma pilha (consegue imaginar)?

2 de jul de 2008

Érika Martins: Muito mais do que Penélope


Talvez você não lembre logo de cara dela, mais quando se fala em Banda Penélope, logo lembramos daquela voz fininha que ficou famosa nas músicas Holliday, Namorinho de Portão, A Mais Pedida do Raimundos e por ai vai.

Érika Martins, ex-vocalista da Banda de rock Penélope, é muito mais do que uma voz doce e um rostinho bonitinho. A moça que agora partiu pra carreira solo tem provado que tem muito talento. Érika falou em uma entrevista exclusiva ao meu blog sobre seus projetos e sobre seu novo disco que está saindo do forno.


Qual a diferença da Érika (vocalista da banda Penélope) para a Érika Martins de hoje?
Sou a mesma pessoa, só que tenho mais experiência de vida. Hoje sei exatamente o que quero, sou mais segura de muitas coisas e estou cantando bem melhor!!

Como surgiu os projeto Érika Martins e as Telecats? e o Lafayette e os Tremendões?
O Telecats era a banda que me acompanhava na minha carreira solo; eu dei um nome, só que a formação estava em constante mudança e as pessoas começaram a confundir achando que era uma banda, daí resolvi assumir logo a minha carreira solo e ponto final! Hoje sou Érika Martins e só! (risos).
O Lafayette & os Tremendões é um projeto paralelo no qual acompanho o organista que tocava com o Roberto Carlos, na época da Jovem Guarda, e criou a sonoridade do órgão no rock. É um grande prazer tocar com ele, uma lenda viva e um músico incrível! Os shows são muito divertidos e leves, o público volta feliz e cantarolando pra casa!

E esse lado DJ da Érika? É mais um talento descoberto ou pretende abrir mão do rock?
Sou hiperativa e tenho mil projetos, acho que isso acrescenta muito a minha carreira solo. Adoro discotecar e sempre que possível vou onde me convidam. Toco tudo que gostaria de ouvir numa pista de dança e me divirto muito.

Agora, lançando carreira solo, o cd já está pronto? quais são seus planos para esse segundo semestre?
O disco está pronto, foi gravado na Toca do Bandido, produzido pelo Miranda, pela Constança – q tocava comigo na Penélope e pelo Tomás Baptista. Está incrível, com canções fortes e baladas que grudam na cabeça – tenho muito orgulho desse disco. Será lançado ainda este ano.

Onde ouvir os projetos da Érika?
http://www.myspace.com/erikamartinsoficial
O site está em construção e estará no ar na época do lançamento do disco. No myspace tem várias músicas, fotos, vídeos, release e um pouco da minha história.

Ressaca do Casarão trás Banda Raimundos


A Ressaca do Casarão acontece nesse sábado (05/07), na casa de shows Kabanas e além da banda de hardcore Raimundos (DF), o evento trás as bandas Marlton (AC), MeFFs (AM), e as Portovelhenses New Change, Kid Ventura, Miss Jane e Hey Hey Hey!.
Sempre na idéia de movimentar a cena, a “Ressaca” surgiu em um ano em que o Festival Casarão aconteceu perto do Festival Varadouro (AC), o organizador do evento, Vinicius Lemos, não pensou duas vezes e aproveitou algumas bandas que estavam tocando lá pra passar por aqui, como era uma semana depois do Casarão surgia a idéia da “Ressaca”.
“Queria que a festa estivesse ligada ao evento e ser mais uma da série de ações do Festival, neste ano queria fazer mais perto do evento, como foi nos anos anteriores, em que trouxemos bandas independentes de renome, mas ao menos vai rolar” explica Vinícius.
Esta não é a primeira vez que os calangos do cerrado do Raimundos tocam em Rondônia, a banda que tem em sua atual formação Digão no vocal, esteve por esta terrinha em1999, ainda com o antigo vocalista Rodolfo. De volta as atividades e a todo vapor, a banda de Brasília se diz empolgada com a volta a Porto Velho, “estamos loucos para tocar pra vocês outra vez” comenta Digão.
O Festival Casarão trouxe em edições anteriores: Ira!, Ludov, Matanza, bandas independentes conhecidas nacionalmente como Zefirina Bomba, Sapatos Bicolores, Los Porongas, Camundogs, Vanguart, Autoramas e neste ano MQN, Macaco Bong, Boddah Diciro além de Pitty, Dead Fish e Cachorro Grande.

Fonte: www.verdaderondonia.com.br