25 de ago de 2011

Disco de Amy Winehouse é o mais vendido do século

EGO - NOTÍCIAS - Disco de Amy Winehouse é o mais vendido do século:

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24 de ago de 2011

Marron 5 substitui Jay-Z no Rock in Rio

G1 - Jay-Z cancela participação no Rock in Rio; Maroon 5 substitui rapper - notícias em Rock in Rio 2011:

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15 de ago de 2011

Festival Poraquê – Boa programação para um público pequeno

Banda Vandaluz (MG)

Por Mary Camata

Domingo, dia 14 de agosto, aconteceu o último dia da primeira edição do Festival Poraquê. O que me surpreendeu, não foi o pequeno público que compareceu ao ginásio de esportes Gerivaldão em pleno domingo, mas sim, a excelente programação escolhida pelo Coletivo Interior Alternativo para o nascimento do Festival Poraquê. Imprevistos, atrasos e erros acontecem até em grandes festivais de rock consagrados em vários estados do Brasil, imaginem então em um festival que está só nascendo em uma cidade que a cena do rock não predomina. Criticar é muito fácil, difícil meus amigos, é arregaçar as mangar e colocar a cara pra bater em um evento de grande porte sem você fazer idéia do resultado final.

A primeira banda do domingo, Macacos me Mordam, da cidade de Cacoal, entrou com um som cheio de críticas ao sistema, com um vocalista aparentemente mais velho do que os outros integrantes da banda e com uma atitude super “rocker”, a Macacos me Mordam fez a meia dúzia de pessoas que estavam chegando ao Festival começar a se empolgar. O fato marcante é que após a primeira banda que durante todo seu show falava sobre drogas, sexo e rock and roll, aconteceu a entrada da segunda banda da cidade de Ji-Paraná, Maré de Unção, fazendo um “rock meio reggae” totalmente pra Jesus. Mistura muito interessante para um festival e que rolou sem nenhum problema, cada banda respeitando o seu espaço dentro de um mesmo Festival.

Os “beradélicos” da capital Porto Velho, banda Beradelia que eu particularmente chamo de a “banda psicodélica-mística de Rondônia”, já subiu ao palco com um público maior. É impossível não parar para assistir a “beradelia” dos porto-velhenses que fazem uma grande mistura de ritmos apresentando um show com muitos instrumentos sendo utilizados todos harmoniosamente ao mesmo tempo. Mas as surpresas da noite estavam só começando. Quando a banda Strobo, do Pará subiu ao palco, o Festival Poraquê virou uma tenda “rocker-eletrônica”. A banda que conta apenas com dois integrantes, fizeram a galera dançar com um ritmo completamente envolvente. Até eu dancei ao som da Strobo que pra mim que sou fã de uma boa mistura de guitarra e sintetizadores, foi uma das melhores bandas desta primeira edição do Festival Poraquê. Literalmente eu fui pra pista.

Finalmente os mineiros da banda Vandaluz subiram ao palco. O que falar da banda Vandaluz? Chega a ser difícil escolher as palavras certas para descrever a força que tem a banda Vandaluz no palco com o seu vocalista, poeta e intérprete Vane Pimentel. Vandaluz é uma das bandas que mais me valeram à pena ter conhecido nos últimos tempos. Se você viu algum vídeo deles no Youtube, esqueça, pois no palco não tem nada haver. Você precisa ver Vandaluz ao vivo para se apaixonar pela química perfeita que rola no palco durante toda a apresentação.

A última banda da noite, a ji-paranaense Maxxx V8 fechou o Festival Poraquê embalando os últimos guerreiros do rock que ainda permaneciam no Gerivaldão “batendo cabeça”. O resultado final é de uma excelente programação muito bem escolhida, agradando a gregos e troianos do rock. Parabéns ao Coletivo Interior Alternativo pela criação de mais um festival de rock na cidade de Ji-Paraná que já nos deixa com um gostinho de quero mais.


Strobo (PA)

As fotos de todas as bandas que se apresentaram no Festival Poraquê você encontra no link:
www.flickr.com/maryjannejipa

14 de ago de 2011

Festival Poraquê – 1ª Edição


A Banda Macaco Bong (MT) é destaque do Festival Poraquê que acontece em Ji-Paraná (RO)


Por Mary Camata

Aconteceu neste sábado (13), o primeiro dia do Festival Poraquê, em Ji-Paraná.  Palco bacana e boa estrutura de som em um lugar que eu particularmente não gosto muito, que é o ginásio de esporte Gerivaldão. O primeiro dia do Festival Poraquê começou bem frio, apesar da temperatura quentíssima, a galera ji-paranaense que a um bom tempo estava sem um festival de rock na cidade, sem muita empolgação,começou a chegar ao evento umas duas horas após o horário marcado para começar.

A primeira banda da noite, a banda do município de Jaru Maria Joana, não compareceu ao Festival. A segunda banda da noite Illinois, de Ji-Paraná, fez a abertura do Festival marcada por covers de Marilyn Manson, Ozzy e Guns, sem mostrar nenhuma novidade. Ao contrario da terceira banda da noite da cidade de Vilhena, Sub Pop,que eu ainda não conhecia, apresentou músicas próprias com direito a tecladista e saxofonista que dá todo o charme as melodias da banda. Ariquemes também teve o seu representante com o músico Marcos Biesek e ressaca moral mostrando um som que começou a empolgar a galera que chegava timidamente ao Ginásio.

Enquanto rolava o som no palco do Poraquê, tatuadores tatuavam em um canto do ginásio tomado de curiosos acompanhando a arte sendo feita na pele dos corajosos. Foi ai que eu ouvi o toque do DJ e vi que o rapper do Mato Grosso Linha Dura começava a passar sua mensagem no Festival, que, diga-se de passagem, ambos em perfeita sincronia. Linha Dura conseguiu fazer um show melhor do que eu imaginava e fez valer a mistura de rap e hip hop no meio de um Festival de Rock.

 Ao meio de figuras exóticas e psicodélicas, a banda queridinha de Ji-Paraná Di Marco, subiu ao palco com seu repertório próprio já conhecido pela galera e agradou a muita gente que estava presente. Mas a banda mais espera da noite, claro, foi à última a subir no palco. Os meninos da Macaco Bong ainda eram novidade para alguns, porém, outras pessoas me confidenciaram que estavam ali somente para conferir o som do trio. Impossível não destacar o show de guitarra de Bruno Kayapy. É a terceira vez que eu vejo e toda vez fico viajando em sua perfeita harmonia com sua guitarra. É bonito de se ver. Macaco Bong é sempre uma sintonia perfeita.

Hoje a noite o Festival Poraquê segue com destaques das bandas Beradelia (Porto Velho), Strobo (PA) e Vandaluz (MG).

Todas as fotos do Festival Poraquê você poderá conferir no link: www.flickr.com/maryjannejipa

6 de ago de 2011

Ji-Paraná receberá primeira edição do Festival Poraquê

Por Mary Camata

Depois de um longo tempo sem ouvir um bom rock and roll, a cidade de Ji-Paraná se prepara para receber nos próximos dias 13 e 14 de agosto, no Ginásio de Esportes Gerivaldão, a primeira edição do Festival Poraquê.

Em uma rápida entrevista, o baterista da consagrada banda de rock instrumental Macaco Bong, Ynaiã Silva, falou da volta dos cuiabanos a Ji-Paraná depois de um bom tempo sem voltar às terras rondonienses.  “A primeira e última vez que fomos a Ji-Paraná foi quando fizemos alguns shows em algumas cidades de Rondônia. Acho que faz uns três anos isso. Eu estou achando o máximo poder voltar, ainda mais depois de tanto tempo e podendo tocar em um festival, o que torna a ocasião ainda mais especial. O clima de festival é sempre muito bacana. Bandas novas e reencontros. Vai ser vibe.”,disse o baterista da banda.

Atualmente, a banda Macaco Bong, de Cuiabá (MT), vive em São Paulo e tem em seu currículo o título de melhor disco, concedido pela revista Rolling Stones, apresentações com Gilberto Gil e apresentações em festivais como o SWU e Planeta Terra. Ynaiã falou também do que podemos esperar da Macaco Bong para o Festival Poraquê: “ Nós estamos em uma fase bem bacana da banda, terminando de compor musicas novas que estarão no nosso próximo disco. Então os shows que estamos fazendo agora são shows com músicas novas e algumas do disco antigo. Estamos muito na vibe de apresentar essas musicas para o publico, e criar a relação das musicas, a interatividade com o publico, novas trocas.. vai ser muito legal”, disse.

Expo Tattoo

De acordo com informações da Assessoria do evento, no mesmo ambiente do Festival Poraquê, acontecerá também a 1ª Exposição de Tatuagens do interior de Rondônia. O encontro busca um contato maior entre os tatuadores de todo o estado, além do propósito da quebra do preconceito com tatuagens e bodypiercings.  Tatuadores interessados em participarem da 1ª Expo Tattoo devem entrar em contato com Denis Tattoo pelo telefone (69)8402-1873.


Segue abaixo a programação do Festival Poraquê:

13 de agosto – Sábado


- Oficina de Estúdio de Guerrilha com Leonardo Chermont
Local: Teatro Dominguinhos
18h: Gerivaldão
- Maria Joana – Jaru
- Illinois – Jipa
- Sub Pop – Vilhena
- Marcos Biesek e Ressaca Moral – Ariquemes
- Linha Dura (MT)
- Di Marco – Jipa
- Macaco Bong (MT)

14 de agosto – Domingo
- Workshop de guitarra e bateria com Bruno Kayapy e Yaniã Benthroldo (Macaco Bong)
Local: Teatro Dominguinhos
18h: Ginásio Gerivaldão
- Macacos me mordam – Cacoal
- Maré de unção – Jipa
- Beradelia - Porto Velho
- Strobo (PA)
- Maxxx V8 – Jipa
- Vandaluz (MG)

3 de ago de 2011

Chris Cornell e Black Rebel Motorcycle Club confirmados no SWU

O Black Rebel Motorcycle Club vem pela primeira vez ao Brasil.

O SWU Music & Arts Festival confirmou mais dois nomes na programação da edição 2011 do festival: O guitarrista e cantor norte-americano Chris Cornell, fundador das bandas Soundgarden e Audioslave, e os energéticos e aguardados roqueiros do Black Rebel Motorcycle Club, de São Francisco. Cornell se apresentará no festival no dia 13/11 e o Black Rebel Motorcycle Club, pela primeira vez no Brasil, no dia 14.
Nos palcos do festival, que terão 70 atrações nacionais e internacionais, entre os dias 12 e 14 de novembro, na cidade paulista de Paulínia, já foram confirmados os nomes de Peter Gabriel, Faith No More, The Black Eyed Peas, Snoop Dogg, Damian Marley, Sonic Youth, Megadeth, Michael Franti & Spearhead, 311, Primus, Miyavi, Down e os DJs Sven Väth, Frankie Knuckles, James Murphy, Afrojack, Joris Voorn, Nic Fanciulli, M.A.N.D.Y e Loco Dice.

Chris Cornell

O guitarrista e cantor Chris Cornell nasceu em Washington e iniciou sua carreira como baterista na banda Jones Street Band. Em 84, junto com o guitarrista Kim Thayil e o baixista Hiro Yamamoto, formou o Soundgarden.  A banda explodiu internacionalmente em 1991 e seu álbum mais famoso e bem sucedido comercialmente foi “Superunknown”, lançado em 1994, que vendeu mais de cinco milhões de cópias somente nos E.U.A. Em 1997, o Soundgarden anunciou o fim de suas atividades e em 99 Cornell lançou o álbum solo “Euphoria Morning”, vendendo 300 mil cópias nos Estados Unidos. Em 2001, formou o Audioslave junto com Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk, ex-membros do Rage Against the Machine, lançando o álbum “Audioslave” em 2002. Em 2005 o Audioslave entrou para a história, tornando-se o primeiro grupo americano a realizar um show em Cuba. Cornell também compôs “You Know My Name”, música tema do filme “Casino Royale (da franquia 007)”. Em fevereiro de 2007, Cornell anunciou a sua saída do Audioslave e em março de 2009 lançou o álbum “Scream”, produzido por Timbaland, que impulsionou sua carreira solo recebendo críticas entusiasmadas de público e crítica.

Black Rebel Motorcycle Club 

O Black Rebel Motorcycle Club foi formado em 1998, na cidade de São Francisco. Inicialmente o nome do grupo era “The Elements”, mas, após descobrirem que já havia diversos The Elements pelo mundo, resolveram se inspirar no clássico filme ”O Selvagem” (com Marlon Brando) e nomear a banda de Black Rebel Motorcycle Club. Formada pelos amigos Robert Turner e Peter Hayes, o Black Rebel começou a se apresentar ao vivo no fim de 1998. As apresentações esfuziantes e a música recheada de influências do quilate de Velvet Undergound, Ride e My Bloody Valentine logo chamaram a atenção do público local, que passou a acompanhar a banda.  O sucesso internacional chegou em 2005, com o lançamento de “Howl”. Já em 2009, o Black Rebel Motorcycle Club lançou Live, um DVD duplo que mostrou a banda em shows em Berlin, Dublin e Glasgow, além de várias outros vídeos extras e um CD bônus, com algumas das faixas destes shows. Seu sexto álbum, Beat The Devil’s Tattoo, foi lançado no ano passado pela Abstract Dragon. Recebido com entusiasmo pela crítica, o disco retoma a música mais convencional do Black Rebel Motorcycle Club, relembrando a influência mais acentuada de bandas como Jesus &  Mary Chain, presente nos dois primeiros álbuns. Com informações do Midiorama.