26 de mai de 2008

Tudo que você queria saber sobre a banda Toatoa

Em uma conversa pelo msn surgiu a idéia de fazer uma matéria bacana com perguntas a serem respondidas pela Banda Toatoa. logo abaixo você confere o resultado:

Banda Toatoa
O TOATOA foi formado a partir da saída do vocalista Jonny do extinto grupo Ostheobaldo. Além dele, a banda conta em sua formação com: Fabiano Pacheco e Marcus Bart nas guitarras, Marcelo Monte no Baixo e BumBs na Bateria. Em seus 2 álbuns: “Homem não Chora” e “Na Mão Do Palhaço”, o grupo desfila um rock ora ensolarado e praiano, ora crítico e ácido. Nas letras, fica fácil perceber, tanto pela escolha dos temas, quanto pelas abordagens, à visão peculiar do vocalista Jonny, já conhecido pelas composições “amem ou odeiem” da sua antiga banda Ostheobaldo, ou das parcerias com seus antigos companheiros, hoje no Tihuana. Pra quem não sabe, ele é parceiro do grupo em várias músicas em quase todos os seus discos, como: “Pula”, “Praia Nudista” e “Tropa De Elite”, estas do primeiro álbum da banda que vendeu mais de 100 mil cópias.
As músicas do ToaToa, como “Duro”, “100% eu” e “Homem não chora”, fizeram parte da programação normal de algumas rádios pelo país, como a Brasil 2000FM de São Paulo, toda a rede de rádios Globo Fm, além de várias web rádios, rádios comunitárias e execuções em programas específicos de Rock como o Frente da Rede OI FM , por exemplo.O grupo já se apresentou por vários dos mais emblemáticos palcos e eventos do Rio, do Circo Voador às Lonas Culturais, passando pelo Garden Hall, Arcos da Lapa e Olimpo. Vencedores do Festival Entropia e do Festival Plugado, a banda também costuma se apresentar com freqüência em outros estados. Além de várias passagens por diversas casas de SP, destacam-se as 3 passagens pelo Festival de Alegre no Espírito Santo, onde chegaram a tocar para mais de 40 mil pessoas em uma só noite. Somam-se a esse festival o Grito Rock em Cuiabá e Demo Sul em Londrina, ambos em 2007.
Esse ano, o Toatoa fez uma participação na novelinha teen Malhação, da rede Globo, onde tocou três músicas do mais recente trabalho da banda.
A banda acabou de sair do estúdio e finalizar o seu segundo CD, que deverá se chamar: “Na Mão Do Palhaço”, mesmo nome da faixa que abrirá o disco. Neste novo trabalho, o ToaToa promete vir ainda mais abrangente, tanto em termos rítmicos, harmônicos e melódicos, como em relação às letras, explorando uma variedade maior de temas e abordagens.
Porque o nome Toatoa?
Eu (Jonny) fiz parte de uma banda chamada Ostheobaldo, que durou de 1996 até 1999, quando saí da banda. Já tinha uma idéia do que eu queria fazer e com quem gostaria de tocar esse projeto. Voltei de SP pra o RJ, compusemos umas músicas e no mesmo ano gravamos uma demo. Voltei pra fazer uma "correria" por SP com essa gravação, mas a banda ainda não tinha nome. Quando cheguei na Rádio Brasil 2000 com o trabalho, eles curtiram, toparam tocar e deram a idéia de fazer uma promoção pra escolher o nome da banda do "ex-vocalista d'Ostheobaldo". A música "Acende a vela" tocou bastante, chegou a ser bem pedida pelos ouvintes e a promoção foi um sucesso. A galera mandou tanto nome que a gente não conseguiu nem ver todos,rs. No fim ganhou "Toatoa" porque a ouvinte que sugeriu, mandou uma justificativa bem legal, que eu já não lembro exatamente o que era, óbvio, rs. Mas a gente achou muito legal a percepção que ela tinha tido do nosso som na época. Ah! o nome dela eu lembro, era Viviane.

Como foi para vocês participarem da Malhação?
Foi bacana, sem muito aluguel. Foi até divertido. A gente já tinha conseguido fazer nossas músicas chegarem até o produtor musical do programa (Rogério Vaz), mas não deu em nada. Um dia rolou de colocar duas músicas num curta metragem dirigido pelo João Boltshauser, chamado "N.R.A", no qual ele também estava dando uma bola A partir daí, talvez ele tenha ouvido nosso trabalho com mais atenção, então quando surgiu a oportunidade da participação na novela, ele chamou.

Onde vocês gostariam de tocar ?
Qualquer lugar que tenha um mínimo de estrutura pra gente mostrar nosso trampo. A gente não tem muita frescura com relação a nada, mas um mínimo de estrutura é básico. Então não tem essa de escolher muito não! Às vezes um show pequeno rende muita coisa bacana, e outros maiores não dão em nada. É muito relativo e imprevisível.

Por que a banda Toatoa não pôde se apresentar no Festival Casarão Ano IX?
A gente adora fazer esses festivais. O clima de festival é ótimo. O encontro com outras bandas, conversas com jornalistas, público e tudo mais. Já fizemos o festival de Alegre (ES) 3 vezes, fizemos Grito Rock em Cuiabá, o Demo Sul em Londrina, só pra citar alguns. No Grito e no Demo Sul a gente bancou nosso trasporte, sem problemas, porque vale a pena, como valeria pro Casarão também. O lance é que agora pro Casarão faltou grana. A gente tá pagando a prensagem do nosso CD que deve ter chegado da fábrica quando essa matéria sair, estamos gastando pra tentar fazer nosso primeiro vídeo clipe, site novo, merchandise e lançamento do disco. Tentamos vários apoios e patrocínios pra viabilizar a viagem,mas não rolou. No fim só deu pra chorar, mas agora a gente já tá conformado.

Qual o nome da musica de trabalho e qual a musica preferida da banda?
Deve ser mesmo "na mão do palhaço", que também é o nome do disco.Esse negócio de música preferida é complicado, isso depende muito da fase que a gente tá, e a rotatividade é grande, rs. Mas a música que a gente tá compondo no momento é sempre a preferida, só perde pra próxima, rs

Quais os planos da Toatoa em 2008?
Conseguir esticar nossa grana pra tentar fazer tudo que eu falei aí em cima, (prensagem do nosso CD , nosso primeiro vídeo clipe, site novo, merchandise e lançamento do disco) e nunca mais precisar faltar a um festival como o Casarão, rs.

Foto: arquivo Toatoa / Texto: Maryjanne

21 de mai de 2008

A magia do Dois em Um


Já ouviu falar de Dois Em Um?

É um projeto do casal Luisão Pereira (ex-Penélope e Cravo Negro) e Fernanda Monteiro, violoncelista da Osba, pra quem não conhece é um dos projetos mais bonitos que eu já ouvi de um tempo pra cá. Música de qualidade merece espaço!


Os dois se conheceram quando Luisão, baiano de Juazeiro, morava no Rio com sua antiga banda Penélope (extinta em 2004) e Fernanda, carioca, tocava violoncelo como convidada nos shows acústicos de bandas como Kid Abelha e Roupa Nova. Em 2005, se mudaram para Salvador.Para não deixar enferrujar as habilidades de músico e compositor, Luisão volta e meia compunha suas músicas em casa, as quais grava no seu estúdio caseiro.
Gravamos quatro faixas e, como todo mundo faz, colocamos no MySpace para mostrar aos amigos", conta. A resposta foi imediata e apaixonada. No MySpace (www.myspace.com/doisemum)
desde dezembro último, as cinco faixas já contam juntas com mais de 13 mil plays, um feito impressionante para um projeto caseiro que sequer faz shows. "Isso fez com que a gente começasse a pensar que, de fato, nós existimos, digamos assim", observa o músico."No site tem um mapinhamúndi que indica os locais onde tem gente acessando nossa música, e tem lugares que a gente nem imaginava, tipo umas ilhas lá na Ásia", ri Luisão.


SOUVENIR RECORDS – Além das tais ilhas na Ásia, as cinco faixas também causaram uma ótima impressão no pessoal do selo Souvenir Records, de Orange, Nova Jersey (EUA). "Eles deixaram um recado lá no MySpace, a gente foi se comunicando e, quando eu vi, o contrato já estava aqui em casa", diz.O acerto com a Souvenir prevê o lançamento do primeiro álbum – já gravado – do Dois Em Um somente na América do Norte, entre julho e agosto próximos. "Não incluí a América do Sul no contrato por que acho que posso conseguir coisa melhor por aqui", confia Luisão. Mas os convites não pararam por aí. "Rolou um monte de convite muito rápido, sendo que a gente nunca fez um show. Na verdade, nem pensamos nisso ainda.Tanto entusiasmo chega mesmo a assustar o casal, especialmente Luisão, músico militante no rock local desde os anos 80, quando fundou a banda Cravo Negro. "Estamos sendo empurrados pelos outros, o que é o processo inverso do que eu vivi até hoje. Sempre fui o maior cabo eleitoral de mim mesmo, tipo 'ouça minha banda, por favor'", relembra .

Mas afinal, qual é o segredo do Dois Em Um, por que sua música encanta tanta gente de tantos lugares diferentes? A resposta pode estar na simplicidade com que o casal cruza as linguagens do pop eletrônico sutil, da bossa-nova e do erudito, criando melodias doces, melancólicas e de uma beleza simplesmente arrebatadora.A voz da violoncelista – instrumento responsável por intervenções igualmente certeiras – é outro trunfo até então insuspeito, com um timbre lindo, frio e distante que evoca a mítica Nico (cantora do Velvet Underground) e Laetitia Sadier, do grupo anglo-francês Stereolab."Luís já chega com a canção e o arranjo mais ou menos prontos na cabeça, aí a gente vai gravando e criando ao mesmo tempo", revela Fernanda. "Quando o CD sair, as pessoas vão poder comprar pela internet.Mas até o fim do ano, espero lançá-lo no Brasil também", adianta Luisão.


Fonte: JORNAL ATARDE (SALVADOR-BA) e autorizado por Luisão.

Fotos do Festival Casarão

O Festival Casarão ainda está na midia, e pelo jeito ainda vai permanecer por muito tempo. O site www.onortao.com.br me pediu para ceder algumas fotos tiradas no Casarão e montou uma galeria de fotos no site.
Quem quiser conferir as fotos, o endereço da galeria é:
http://www.onortao.com.br/v_fotos.asp?id=477

20 de mai de 2008

Ressaca do Casarão


Realmente não é mito. O Festival Casarão Ano IX fez tanto sucesso que vai repetir a dose. No mês de julho, mais precisamente no dia 05 de julho, no Kabanas, vai rolar a Ressaca do Casarão. As bandas da capital Hey Hey Hey, Estroina, Miss Jane, Kid Ventura e New Change estarão se apresentando na Ressaca. A famosa banda de rock Raimundos (DF), fará o encerramento.
O ingresso custa 15 reais mais um quilo de alimento não perecível e um dos parceiros do evento é a cerveja Sol

Os Raimundos
A banda Raimundo já fez muito sucesso com a molecada, na época do vocalista Rodolfo. Vizinhos em um bairro nobre de Brasília, Rodolfo e Digão se conheceram e começaram a tocar juntos, isso em 87. Por muito tempo tocaram covers de suas bandas favoritas, entre elas Dead Kennedys, Suicidal Tendencies, e, é claro, Ramones. E nas brincadeiras, Rodolfo começou a fazer versões punks para músicas do sanfoneiro Zenilton, o único que ele gostava por causa da sacanagem nas letras. E foi dessa brincadeira que surgiu o Raimundos.
Para completar a banda chamaram o Canisso e mais o amigo Titi, e com essa formação - Rodolfo na guitarra, Digão na bateria, Canisso no baixo e Titi nos vocais - ele fizeram o primeiro show na casa do amigo Gabriel (atualmente no Autoramas), durante o reveillon de 88. Mas a formação durou somente um show, e a banda seguiu como um trio, com o Rodolfo assumindo os vocais.
Seguindo com apresentações fazendo covers, a banda durou até 90, quando se separaram após uma tentativa fracassada de partir para um estilo diferente - fazer heavy metal, como estava na moda naquela época. E em 92 surge um convite de um desavisado produtor, e a banda resolve retornar, mas na época Digão já tinha abandonado a bateria por causa de problemas de audição, partindo para a guitarra. Sem um baterista, apelaram para uma bateria eletrônica e o resultado foi desastroso. E na busca de um quarto componente, Fred se encaixou perfeitamente além de se revelar uma pessoa bem disposta a levar à banda a outros rumos.
Em 93 já gravavam a primeira demo, que foi um sucesso no público underground e garantiu à banda inclusive participações em programas na MTV.
Já em 94 assinavam contrato com o recém-lançado selo Banguela, do produtor Carlos Miranda junto com o Titãs. Lançaram pelo selo o histórico primeiro álbum, "Raimundos", que trazia a mistura característica da banda: forró com hardcore, além de outros ritmos.
Fizeram um sucesso considerável e ganharam as rádios com a inusitada "Selim", música que sequer foi escolhida para ser de trabalho, mas que por causa do público foi parar nos primeiros lugares das paradas das rádios brasileiras. Receberam disco de ouro - o que, apesar de todo o otimismo em cima do trabalho da banda, foi uma grande surpresa por ser um disco de rock pesado e conter muitos palavrões - e assinaram contrato com a gravadora WEA, que fazia a distribuição dos álbuns lançados pelo Banguela.
Mas o fato mais triste da carreira da banda até então marcou o início da turnê do "Lapadas do Povo", quando uma fatalidade causou a morte de 8 fãs após um show em Santos. O fato abalou profundamente o grupo, que cancelou as datas já marcadas e só retornariam aos palcos dois meses depois. Veio então o quinto álbum, "Só no Forevis", lançado em 99, a primeira música a ser composta, "A Mais Pedida", já trazia em sua letra uma certa acidez ao criticar a censura nos shows da banda e o espaço nas rádios tomado por outros ritmos, como o pagode. A própria capa do disco baseou-se nisso também, uma brincadeira com pagodeiros e com a proliferação desenfreada de grupos desse ritmo.
A faixa "Mulher de Fases" estourou nas rádios e na MTV (onde a banda ganhou o principal prêmio do ano, a "Escolha da Audiência" no VMB 1999), levando a banda a vários programas de TV além de conquistarem o disco de platina, superando 500 mil cópias vendidas. É claro que as outras músicas de trabalho do álbum - na seqüência: "A Mais Pedida", "Me Lambe", "Pom Pem" e "Aquela" - contribuíram para que o "Só no Forevis" se firmasse como o maior sucesso da banda até então. A turnê avassaladora com a maioria dos shows lotados confirmou o que banda e fãs já sabiam: estava na hora do disco ao vivo. Mas antes, a banda recebeu dois convites de "responsa". O primeiro foi uma abertura encomendada para um novo programa que a MTV estaria lançando, batizado de "20 e Poucos Anos" e que a música-tema seria uma famosa canção de mesmo nome, de um cantor com estilo um tanto diferente da banda - Fábio Jr. De início a banda achou um tanto estranho, mas após ouvir a música e transformá-la radicalmente em um hardcore bem ao seu estilo, o resultado foi excepcional. O segundo convite e mais inusitado ainda foi a escolha da banda, entre uma pesquisa feita pela gravadora Roadrunner, para representar o Brasil na versão nacional da trilha sonora do filme "Missão Impossível 2". A banda deveria compor e gravar uma música em poucos dias, que passaria por uma aprovação do produtor do filme - ninguém menos que o próprio Tom Cruise. Aproveitaram o tema característico do seriado e mandaram ver uma porrada na orelha, a faixa "Give My Bullet Back", cantada em inglês e provavelmente uma das músicas mais pesadas do grupo, só encontrada na trilha sonora do filme (edição nacional). Deixaram muita banda gringa da trilha sonora no chinelo.Lançado no final de outubro de 2000, o álbum "MTV ao Vivo Raimundos" foi bem recebido pelo público - os fãs mais antigos puderam finalmente ter o registro deste que é considerado há anos um dos melhores shows de rock do Brasil, e os novos fãs puderam conhecer a trajetória da banda desde o álbum de estréia - e emplacou três músicas de trabalho: "Deixa Eu Falar", "20 e Poucos Anos" e "Reggae do Manêro". O álbum também já ultrapassou as 500 mil cópias e em breve o show será lançado em DVD. No momento a banda já pensa nos preparativos para o próximo álbum de estúdio, que deve começar a ser feito em julho, com previsão de lançamento para o fim do ano.


Release da banda e foto: http://www.bandaraimundos.hpg.com.br/

18 de mai de 2008

Festival

http://igpop.ig.com.br/principal/2008/05/18/maquinaria_rock_fest_agita_sao_paulo_com_retorno_do_biohazard_1317114.html

O link é do Maquinaria Rock Fest que está acontecendo em São Paulo. vale a pena ler um pouco de como foi a primeira noite e as bandas q se apresentaram.

17 de mai de 2008

Fotos by maryjanne

Hj minhas fotos foram parar em dois fotologs:
http://www.fotolog.com/jornaldorock/28359872
O fotolog do jornal do Rock, uma foto da banda Visitantes (SP) que eu fiz e atraz a exposição do Pedro de Luna

http://www.fotolog.com/pedrodeluna/42450894
No fotolog do jornalista Pedro de Luna

Muiito bacana, vale a pena conferir. a duas fotos foram tiradas durante o Festival Casarão.

Camata completa meio século de rádio

Valdemar Camata, este é o nome do radialista que completou no final de abril 50 anos trabalhando em rádio. Capixaba, nascido em 22 de junho de 1944, Valdemar Camata deixou o internato Marista onde viveu até seus 14 anos e retornou aos estudos na cidade de Colatina, onde seu irmão Gerson Camata, hoje senador, já trabalhava como radialista na Rádio Difusora de Colatina.
Seu primeiro emprego foi de operador de rádio. Sua primeira grande experiência aconteceu durante a renúncia do Presidente Jânio Quadros, ao noticiar em primeira mão a renúncia de Jânio, foi demitido como irresponsável, pois o dono da rádio não havia acreditado na noticia que logo foi confirmada através do programa A Voz do Brasil, retornando ao seu emprego.
Em 1979, Camata chegou a Rondônia, e logo iniciou o programa Patrulha da Cidade, na Rádio Alvorada, que pontuava os maiores ibopes da rádio difusão do interior de Rondônia. De lá pra cá nunca mais parou, hoje, seu programa de notícias, O Trabuco, já está no ar há 12 anos na Rádio Itapirema das 6h 30 as 8h.
Camata falou sobre a importância de ser radialista, do poder do rádio que transmite as noticias instantaneamente “Nenhum meio de comunicação chega à casa do cidadão, pelo custo que o rádio chega. É o instantâneo, o rádio está em qualquer lugar, é simples é o mais barato meio de comunicação”, disse.
O radialista ainda falou de sua satisfação em completar meio século de radio. “É muito raro atingir este patamar, raríssimas pessoas conseguem chegar a tantos anos de profissão. Espero que ainda possua saúde para quem sabe chegar aos 60 anos de radialista, finalizou com orgulho.

15 de mai de 2008

As recompensas


Disseram-me e, logo, constatei que na vida há ascensões e decadências. Para cada lágrima que se verte, um sorriso se expele. E assim a vida segue entre sabores e dissabores. Se há justiça... Por quê algumas coisas sempre irão doer no nosso peito? Mesmo com prêmios e méritos, será que se esquece o caminho estafante que se percorreu?
Minha vida é um cinema tragicômico, cheia de histórias mirabolantes, umas fantasio pra parecer mais interessante, ou menos comum. Outras escondo para não perceberem quão anormal sou. Costumo rasgar páginas. E fingir que não houve nada, dissimulo, reinvento. Troco de sorte e de ares só pra não sentir dores - mudas dores que nem me maltratam mais. Às vezes imploro à terra que me engula, Noutras peço que me deixem enrugar lentamente. Quero ficar aqui, feliz, sorrindo com minhas frases e gestos e dessabores. Sou fragil, muito frágil E forte, muito forte também...
Foto e texto by maryjanne

13 de mai de 2008

Pós, sempre pós


Banda Do amor (RJ)
Agora entrei em mis uma etapa da minha vida, comecei a fazer minha pós-graduação, uma coisa muito chata, estudar mais e cada vez vai ficando mais dificil. Ainda está no começo mais ja vejo as novas dificuldades e enfrentarei pela frente. acho que o ser humano que se estaguina no meio do caminho é pq falta motivaçao pra continuar, acho que nad deve fazer a gente desistir de continuar cada vez mais, nao existe limites para o aprendizado. Sem fala o quano é ruim ficar sem produzir nada eu quero estar sempre produzindo algo, sempre em busca do melhor de mim.




Bom espero que decerto, cliquem aih no link e vejam a banda Do Amor(RJ), muito bom, vale a pena. a Banda se apresentou no Festival Casarão e o som deles é muito versátil, vale a pena ver e ouvir!

12 de mai de 2008

Casarão


Estive em Porto Velho esses dias e ainda trago marcas da minha missa cumprida a conhecer o Casarão, fazia um bom tempo que queria prestigiar a festa do Casarão mais não havia dado certo das vezes que tentei ir.
Agora só me ficou mais vontade de estar presente novamente no próximo ano, o lugar realmente é muito lindo, espero que ainda possamos curtr um pouco daquela bela paisage antes dela ficar apenas em fotografias.