30 de set de 2009

Mutantes lançam CD com músicas inéditas desde 1976


Um disco novo dos Mutantes, só de canções inéditas, acaba de chegar às lojas. Não ouvíamos uma frase assim há 33 anos, desde que a mitológica banda paulistana, então contando só com o guitarrista Sergio Dias de sua formação original, lançou o fracote "Mutantes ao Vivo" (1976) --que, apesar desse "ao vivo", não repetia repertório antigo. A ansiedade gerada por um produto com essa grife, a mais importante da história do rock brasileiro, trabalha contraditoriamente a favor e contra seu lançamento. Ao mesmo tempo em que o selo Mutantes abre portas em todos os cantos do planeta, o respectivo som precisa ser taludo e potente ao extremo para fazer jus ao que se espera dele. E espera-se muito.

É justamente desse mal que padece "Haih... or Amortecedor", o novo álbum da banda --que, desta vez, tem Sergio Dias e o baterista Dinho Leme dos Mutantes originais. Lançado por enquanto apenas no mercado americano e sem previsão para ganhar edição nacional, poderia ser considerado um bom álbum se sua capa estivesse assinada com o nome de outra banda.

Mas vem sob a marca sagrada dos Mutantes e, pobre coitado, precisa responder pelo legado tropicalista de alguns dos momentos mais geniais de Rita Lee, de Arnaldo Baptista e do maestro Rogério Duprat.

Não à toa, "Haih..." é revestido de referências aos Mutantes dos melhores tempos, entre 1967, quando estrearam no Festival da Record ao lado de Gilberto Gil, e 1972, último ano de Rita na banda. Mas tais elementos estéticos, tão característicos daquele momento histórico-cultural, aparecem com certa obsessão no disco de 2009. Parecem ter sido procurados, milimetricamente calculados e decalcados do passado glorioso para o agora.

Como careciam da genialidade amalucada de Arnaldo Baptista (e não dispunham dela), os novos Mutantes foram atrás de outro gênio maluco para colaborar nas letras. Tom Zé assina seis das 11 neste trabalho. E começa o desfile dos clones. Os novos Mutantes, ficou claro, são muito fãs dos Mutantes originais. Só falta a eles o principal: a originalidade.Com informações do site Uol.

26 de set de 2009

Faith no More querem toalhas fofinhas e revistas de sacanagem em show no Brasil

O Faith No More, que vem para o Brasil para quatro apresentações, fez uma lista de exigências bastante curiosa para a Opinião Produtora, responsável pelo show em Porto Alegre, que acontece no dia 3 de novembro. As 30 páginas de orientações falam sobre cada detalhe da organização, com alguns pedidos hilários. Além de doze pares de meias de algodão brancas e pretas e os jornais The New York Times e The Sun, a banda exigiu que o camarim esteja repleto de “revistas masculinas bem pervertidas e depravadas. Por favor, reservem metade delas para a seção gay e vão à luta”, escreveu a banda na lista de requisições.
E, no quesito toalhas, o Faith No More também não é nada prosaico – os integrantes do grupo proibiram toalhas de bar, exigindo dúzias de toalhas pessoais pré-lavadas, secas e “fofas como um filho de coelho em um dia de verão”. Com informações do site virgula.

Pearl Jam pode liderar paradas dos EUA pela 1ª vez em 13 anos

O Pearl Jam está prestes a emplacar um álbum no topo das paradas norte-americanas pela primeira vez em 13 anos na próxima semana. Previsões da indústria musical indicam que o novo disco "Backspacer", lançado no último domingo, pode vender entre 175 e 200 mil cópias até o final da semana. ssa cifra colocaria a banda com folga na liderança quando a parada Billboard 200 se encerrar no dia 27 de setembro e for publicada na próxima quarta-feira.
O novo disco, o primeiro do Pearl Jam fora de uma grande gravadora, é vendido exclusivamente nos Estados Unidos pela rede Target, pelo iTunes, no site oficial da banda e em varejistas independentes.
A última vez que a banda alcançou o número um das paradas foi em 1996 com o disco "No Code". Desde então o grupo teve três álbuns na segunda posição ("Yield," "Binaural" e "Pearl Jam") e outro na quinta posição das paradas, "Riot Act", em 2002. Com informações do site da Uol.

22 de set de 2009

Final de semana tem Festival Varadouro no Acre

(Mari Camata) Depois de Rondônia sediar o Festival Casarão agora é a vez do Acre receber visitantes no Festival Varadouro. Esse ano o Festival Varadouro está em sua quinta edição e acontecerá no espaço Amazônia Rio, um local durante os dias 25, 26 e 27 de setembro, a partir das 20 horas.

Serão dois palcos com atrações locais, nacionais e da América latina que estará se apresentando em um dos maiores festivais da Região Norte. As bandas Curumim (SP), La Mente (PERU), Cidadão Instigado (PE), Trilobit (PR), Plano Próximo (SP), Soda Acústica (RO), Sps12 (AP), Mostruo (ARG), Devotos (PE) e Móveis Coloniais de Acajú (DF) junto às bandas locais Caldo de Piaba, Mapinguari Blues, Camundogs, Capuccino Jack, Cacho John, Capu, Filomedusa e Nicles vão fazer barulho na floresta e impressionar o público nas três noites do festival.
Nesta mesma semana já está rolando o II Congresso Fora do Eixo no Amazônia Eventos. O Congresso reúne diversos agentes culturais representantes de pontos do Fora do Eixo situados nos mais variados estados brasileiros. O encontro debate durante sete dias temas ligados ao universo da cultura brasileira como economia criativa, artista e mercado musical, tecnologia social, empreendedorismo e economia solidária.
O Festival Varadouro e o Congresso Fora do Eixo contam com o patrocínio da Petrobrás através da lei federal de incentivo à cultura e do Governo do Acre, através da Fundação Elias Mansour, apoio do SEBRAE/AC. Apoio Cultural da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN) e Circuito Fora do Eixo. A Realização é do Coletivo Catraia. Mais informações podem ser adquiridas no site www.festivalvaradouro.com.br.

17 de set de 2009

Lily Allen no Brasil

Nada de luxo. Algumas peças simples de roupa e uma belo salto preto completavam o figurino de Lily Allen na noite de quarta-feira (16), no Via Funchal, em SP. A casa também não estava lá muito cheia, mas quem estava no lugar fazia bastante barulho para acompanhar o carisma da cantora, que fez até um cover sensual de 'Womanizer', da Britney Spears, além de cantar 'Oh My God', do Kaiser Chiefs.
Sóbria, Lily logo trocou o salto por um par de tênis e, às vezes, até o pé no chão. Simples, ela fez um show não muito longo, mas que trazia sucessos como 'Smile', 'Fuck You' e 'The Fear' cantados a todos pulmões pela plateia. Tudo na medida certa. No BIS, nada mais do que uma troca de camiseta e os agradecimentos nitidamente felizes pela apresentação em São Paulo. No rosto, uma pintura figurava as cores do Brasil e, pelo visto, ela gostou mesmo de estar por aqui: "Sao Paulo, best gig ever.." (São Paulo, o melhor show sempre) é a última mensagem do seu Twitter. Ainda hoje, você confere galeria de fotos e até a opinião da Marimoon sobre tudo que rolou por lá. Os cariocas recebem a cantora hoje, às 21h30, no HSBC Arena. As informações são do site da MTV e a foto do G1.

14 de set de 2009

Festival Casarão leva Rondônia ao renome nacional sem apoio financeiro

O tradicional Festival Casarão que completou 10 anos, realizou durante os dias 04,05 e 06 de setembro uma grande festa no Mirante 2 e Meio. Estiveram reunidos na capital Porto Velho. Mais de vinte e cinco bandas de vários estados brasileiros e uma banda da Bolívia onde reuniram um grande público diverso durante as três noites de festival. O organizador do evento, Vinicius Lemos, falou da satisfação em realizar o evento: “Foi com muito trabalho, muita história e muita luta que conseguimos chegar a 10ª edição do Festival Casarão.”
Lemos ainda falou da luta em se chegar aos 10 anos organizando um festival conhecido por toda a região norte, filiado a ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes) e sem nenhum apoio financeiro: “" A principal dificuldade é que quem manda na cultura no estado e na prefeitura não sabem o que é cultura realmente. Um evento no porte do Festival Casarão que por 10 anos trouxe bandas que nunca tocariam em Porto Velho, cerca de 100 bandas já passaram pelo festival fazendo a cultura local circular no Brasil. É uma pena que esse sucesso seja desconhecido nas secretarias por total falta de sapiência desses órgãos. O governo local atendeu e nem respondeu oficialmente o evento, se limitando a esquivar como se nada tivesse haver com a cultura local. A prefeitura, na pessoa do presidente da fundação, tentou conseguir algo, mas fora a presidência, ninguém sabia da importância e nem sabiam o que era o evento”, desabafou Lemos, lembrando da importância do Festival Casarão para o estado de Rondônia: “Faltam aqui leis de incentivo ou mesmo preparo para analisar o que é bom para a cultura local. Já imaginou não termos Casarão em 2010? É, se acontecer poderemos colocar muito da culpa nas secretarias de culturas estadual e municipal, pela total omissão nesse caso."


RENOME NACIONAL – Vinicius Lemos falou também sobre o Festival Casarão colocar Rondônia no enfoque de mídias de todo o Brasil. “ Levar o nome de Porto Velho para conceituados nomes da mídia como Folha de SP, Revista Rolling Stone, MTV, Multishow, TV Cultura, JB, dentre mais de 50 veículos nesses 10 anos não é pouco, e é algo que as secretarias nem sabem, por pura desinformação sobre o que a cultura daqui faz. A circulação de bandas rondonienses pelos festivais a fora, o Varadouro (AC), o Calango (MT), o Grito Rock (MT), Vaca Amarela (GO), Bananada (GO), se dá justamente pela importância do Festival Casarão e pela sua movimentação. Não ajudar o festival é matar um foco da cultura local, deixando de lado a sua expansão em nível regional e nacional”, disse Lemos preocupado com o futuro de Festival Casarão.

13 de set de 2009

Festival Casarão – II Parte

Bom, demorei um pouco mas vamos continuar falando da segunda parte do Festival Casarão. No sábado, parecia o dia perfeito, um sol bonito no céu, as bandas que iriam tocar no sábado já estavam na cidade, inclusive a principal da noite, a carioca Moptop que reuniu fãs de várias cidades que estavam no Mirante 2 e Meio só para ver o show deles.
Alguns destaques da noite merecem ser mencionados. A Banda Di Marco teve que diminuir o seu repertório para dar tempo do Festival acabar até meia noite e não ter problemas com o juizado de menor. Mas ainda tivemos a apresentação da banda Porcas Borboletas (MG), que sempre é surpreendente. Destaque também para a banda Dimitri Pellz (MS) que tem um grande presença de palco e fez um show muito bacana. O Linha Dura que junto com o Macaco Bong passou sua mensagem, O Johny Rock Star (PA) que quase que fica morando em Porto Velho, meninos queridíssimos. A banda porto-velhense Ultimato que já tem um público fiel também fez a galera cantar. O Melda (MG) que eu já tinha comentado que eu gostei muito e que acabou sendo uma substituição de outra banda que não veio e que acabou sendo super bem vinda.

O show da banda Moptop (RJ) foi bom enquanto durou. O horário acabou sendo extrapolado e a banda teve que parar o show pela metade. Foi horrível e triste interromper um show que ia tão bem pela metade. Não foi culpa da produção e como disse o baterista Mário (que não sabe contar piadas risos) foi muito bom enquanto durou.

Seguindo para o domingo e último dia do festival, pra mim foi o melhor. A sintonia já estava perfeita, som regulado e uma noite onde já sentíamos o gosto de missão cumprida. Eu perdi alguns shows devido a correria, mais os que eu vi foram ótimos. Destaque para a Lopez (MT) que fez a galera vibrar, o que eu acho engraçado da Lopez é que qndo vc vê o vocalista vc não imagina o que ele vai cantar risos. A Ghotika que veio da Bolívia com sua graciosa vocalista Laksmi (nome de Deusa Indiana). Banda muy hermosa que fez um show bem bonitinho. O coveiros que é de Rondônia e também tem um público fiel. O Ratos do Porão (SP), show lendário fechou a noite de festival com rock pesado, galera pulando e a presença de João Gordo que não si fez simpático pra agradar ninguém.Se você pensa que a noite terminou ai, nada disso. Ainda teve no Piratas Pub um showzinho básico com a Mini Box Lunar, a Johny Rock Star e o Macaco Bong pra encerrar com estilo as noite de Festival Casarão em Porto Velho. E sim...já deixou saudades!

8 de set de 2009

Resenha Festival Casarão – Parte I


Mais uma experiência inesquecível pude viver durante o aniversário de 10 anos do Festival Casarão, em Porto Velho. Apesar da minha viagem de ida não ter sido muito boa e ter demorado quase nove horas pra fazer um trajeto que demora em média seis (de Ji-Paraná para Porto Velho), a compensação veio no decorrer dos dias.
Quinta-feira (03), cheguei em Porto Velho e já fomos correndo pegar o Sempre Um Papo com a banda Pato Fu, no auditório (lotado) da Fimca. Foi muito bom o bate papo. Fernanda Takai, John e Ricardo Koctus falaram sobre música, livros e um pouco da vida de cada um durante o bate papo que durou aproximadamente uma hora. Na mesma noite seguimos para o Piratas Pub onde rolou uma prévia antes do Festival Casarão com a partocipação das bandas Trap (RO), Johny Rock Star (que veio de Belém do Pará pro Festival Casarão e acabou tocando três dias) e a rondoniense Bichu Du Lodo.
Na sexta-feira (04), logo bem cedo já começamos todos os preparativos. Preparação do camarim, passagem de som, chuva q caiu a tarde, correria, sol quente nada atrapalhou o primeiro dia que pra mim (não vou falar do que achei ruim) foram destaque as bandas Gloom (GO) sem dúvida que fez o público começar a entrar em ritmo de festival, os “mutantes” da Mini Box Lunar (AP) que fez um show gracioso no sabado mais estavam na programação de sexta-feira e com a ajuda das duas vocalistas lindas que atraiu a galera pra bem perto do palco. A atração da noite foi o grande show que a banda Pato Fu fez no final. Eu já tinha visto o show da banda, já sabia que era bom e realmente foi. Destaque também para o carisma da banda que fez questão de atender toodos os fãs (sem exceção) que aglomeravam a porta do camarim.... a segunda parte do Festival Casarão conto daqui a pouco pra vcs! Nas fotos, os destaques do Festival Casarão na minha opinião, claro.

Mini Box Lunar (AP)













Gloom (GO)

1 de set de 2009

Pato Fu e Fernanda Takai no “Sempre um Papo”

Fernanda Takai, John Ulhoa e Ricardo Koctus, integrantes da banda mineira Pato Fu, são os próximos convidados do projeto Sempre Um Papo. No encontro, a vocalista da banda, Fernanda Takai, lança e conversa com o público sobre seu livro “Nunca Subestime uma Mulherzinha” e fala sobre o DVD “Luz Negra”. O material foi gravado ao vivo, no Teatro Municipal de Nova Lima, no interior de Minas, e traz 20 músicas, incluindo as do álbum “Onde Brilhem os Olhos Teus”. Além disso, o DVD contém clipes, cenas de estrada, bastidores e mini-documentário de sua última turnê. “Nunca Subestime uma Mulherzinha", da Panda Books, é uma coleção de contos e crônicas publicados por Fernanda Takai, nos jornais Correio Braziliense e Estado de Minas. São textos confessionais e bem-humorados, nos quais a autora descreve momentos de sua vida e cria outros que poderiam caber na vida de qualquer um.
Ricardo Koctus, baixista do Pato Fu, há 15 anos, conta sobre os bastidores e a experiência em lançar seu primeiro álbum autoral, intitulado Koctus. A produção do disco é de Gerson Barral e Carlos Eduardo Miranda, e traz 12 canções, entre elas Recado, Você Não Quer, Metade, Clara, Seja O Que For, Casa Vazia, Querida, Por Favor, Quero, Se Sorri Ou Se Chorei, Por Você e Ninguém Mais e Um Dia Mais Belo.
John Ulhoa, mais os dois músicos, falam também sobre a produção do DVD do Pato Fu, “Extra! Extra!”, que chamou a atenção do público e fãs já pelo nome. O título é auto-explicativo. São materiais de vídeo reunidos pelo grupo nos últimos anos, que foram transformados no projeto. Arquivos que poderiam aparecer como extra de um DVD de show, mas por ser exclusivo e extenso, mais de 150 minutos, a banda decidiu transformar em um só produto.
O bate papo acontece nesta quinta-feira (03/09), às 19h30, no auditório da Fimca (rua das Araras, 241, Jardim Eldorado). A entrada é franca e a lotação do auditório é por ordem de chegada. Informações através do telefone 9974 2814 ou pelo e-mail oficinadecomunicacao@yahoo.com.br.
O evento faz parte da grande da programação do Festival Casarão 10 anos, que acontece em Porto Velho de 4 a 6 de setembro no Clube Mirante 2 e meio. O “Sempre um Papo” é uma realização conjunta de Fred Perillo Comunicação e AB Comunicação com patrocínio do Governo de Rondônia, Prefeitura de Porto Velho e Fimca (Faculdades Integradas Aparício Carvalho), com apoio cultural da RedeTV Rondônia, jornal Diário da Amazônia, Exclusiva Livraria e Online Clipping.

Banda Moptop fala sobre o Festival Casarão

O corte de cabelo que caracterizou a imagem do rock inglês no inicio dos anos 60 e que foi o símbolo da revolução comportamental, foi trazido da França para Hamburgo pelos existencialistas alemães. A imprensa britânica chamou o corte de moptop que, com suas franjas cobrindo as têmporas, é até hoje símbolo do que de mais clássico se produziu em termos rock n roll, de Iggy Pop & The Stooges a Ramones, enfim, uma ode visual à poesia beat, alegria e simplicidade do rock.
Utilizando essa simbologia no nome e com inspirações de todas as 5 décadas da história do rock, os cariocas Gabriel Marques (voz e guitarra), Rodrigo Curi (guitarra), Daniel Campos (baixo) e Mario Mamede (bateria) se juntaram, no final de 2003, com a intenção de fazer um rock honesto e direto. O resultado é uma sonoridade que mistura propostas do indie rock contemporâneo com pitadas de rock retrô. Em outras palavras, o MOPTOP emana a simplicidade do rock dos anos 50 e 60 amplificada pela estética punk. Buddy Holly, BrRock, Iggy & MC5 e muitas outras cores, assimiladas em um rock com sabor clássico e vigoroso. Suas influências variam entre Beatles, Ramones, Dick Dale, The Clash, Radiohead, Arctic Monkeys….. Aaah ...sim, sim nós amamos The Strokes.


ESTRADA - Completando cinco anos de existência, a banda já fez mais de 300 shows pelo Brasil e participou de alguns dos mais importantes festivais de música independente do país. A banda já coleciona prêmios importantes, como a etapa do Rio de Janeiro do festival “Claro Q é Rock”, o MTV VMB 2005 na categoria melhor website, troféu de revelação carioca no Prêmio London Burning de Música Independente (2004) entre outros. O Cd de estréia, Moptop, lançado pela Universal Music (2006), abocanhou alguns prêmios e indicações importantes. Entre elas, um dos melhores discos do ano pelo Jornal do Brasil (RJ), Correio da Bahia e no site Scream and Yell (que reúne a opinião de importantes críticos e jornalistas do país). Em abril de 2008, a banda entrou em estúdio para gravar o segundo álbum, que será lançado em setembro de 2009 pela gravadora Universal Music. A banda Moptop se apresenta no Festival Casarão, em Porto Velho, no Clube Mirante 2 e Meio no sábado (05). Os passaportes para o Festival Casarão podem ser adquiridos no valor de R$ 60 reais e estão a venda na loja Tutto Bello, na Discolandia e na Capri Bijouteria.


Confira a entrevista exclusiva que a banda deu para o Festival Casarão:

É a segunda vez que vocês vem a Rondônia, já tocaram em outros estados da Região Norte?
(Daniel Campos) Sim tocamos também no Festival Varadouro (Acre) e já estavamos ansiosos para revisitar a Região Norte do país. Feito o convite, aí vamos nós.


Qual a sensação de saber que a banda possui fãs tão longe?
(Daniel Campos) É incrível. É muito bom saber que não existe fronteira para nenhum tipo de som, aos pouquinhos estamos conseguindo tocar por todo o país e sempe

ficamos impressionados com a recepção do público de rock no Brasil.

É sério que temos muitos fãs aí, eu quero ver hein.

Como a banda si senti em tocar no maior Festival de música independente de Rondônia ?

(Daniel) Adoramos festivais, não só pelos shows em si mas pelo clima de amizade e companherismo sempre muito forte nesses eventos. Tocar num festival tão tradicional é uma honra para banda, é a décima edição certo?

Sim, estamos na décima edição. E o que vocês sabem sobre Rondônia e Porto Velho?
(Daniel) Não conhecemos muito a região, o que sabemos sobre Porto Velho é justamente

sobre Festival Casarão, por outras bandas que já passaram por aí e pela Abrafin. Esperamos sair daí com uma boa impressão e com novidades do meio musical. Lembro que no caso do Acre além das lembranças do show saímos conhecendo uma banda muito boa de lá, Los Porongas. Esperamos conhecer bandas muito boa daí também e tenho certeza que vamos conhecer.

Deixem uma mensagem pra galera que aguarda com muita ansiedade a vinda da banda Moptop para o Festival Casarão:

(Daniel) Estamos tão ansiosos quanto vocês para o nosso show! Prometemos muito Rock n Roll, alguns apertos de mãos e jogar muita coversa fora. Abraços, Yeah Rock !!!

Daniel Campos


Saiba tudo sobre a banda Moptop: Site - www.moptop.com.br,
Fotolog - www.fotolog.net/_moptop_

Myspace - www.myspace.com/moptopyeahrock

YouTube - www.youtube.com/bandamoptop